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Polícia Civil combate furto de energia em três pontos de Várzea Grande

30 de novembro de -0001
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Uma operação com o objetivo de combater crimes de furto de energia e estelionato foi deflagrada, na terça-feira (09.05), pela Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Entre os alvos da operação, estavam duas empresas e um particular, que geraram prejuízo de mais de R$ 140 mil.

As investigações contra o suspeito I.G.L.S. iniciaram após várias denúncias de ele fazer a função de “gateiro”, terminologia utilizada para pessoas que realizam furto e estelionato de energia, conhecido popularmente como “gato”. O suspeito possuía em sua residência duas unidades consumidoras de energia e, durante as investigações, foi constatado que ele exercia a profissão de eletricista de forma autônoma.

Na casa do investigado, foi possível verificar o registro maior do que o valor que ele vem pagando, uma vez que no local funciona uma tapeçaria, atividade que aumenta consideravelmente o consumo de energia. O suspeito não foi localizado e será autuado em inquérito policial. Os outros dois alvos da operação foram duas empresas do ramo alimentício em Várzea Grande.

O proprietário de um dos mercados foi autuado em flagrante pelo furto de energia. Em relação ao segundo mercado, a proprietária foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos, uma vez que a energia consumida a princípio era a registrada pelo padrão, porém a Polícia aguarda o laudo pericial para confirmar se o relógio registrava o consumo menor que o real.

Segundo a delegada, Jannira Laranjeira Siqueira Campos, o furto de eletricidade existe quando a energia é religada sem registro algum no padrão, a fim de impedir que gere conta a pagar. Já o estelionato ocorre quando a unidade consumidora passa a registrar consumo menor em razão da intervenção.

“Os débitos dos três alvos juntos ultrapassam o prejuízo de R$ 140 mil. Esse prejuízo não é somente da empresa prestadora de serviço, mas também do Estado de Mato Grosso, que deixa de recolher tributos proporcionais ao real consumo”, destacou.

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