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USDA reduz estoques finais e aumenta exportações de soja da safra velha dos EUA

30 de novembro de -0001
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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, no início da tarde desta quarta-feira (10), seu novo boletim mensal de oferta e demanda confirmando a redução dos estoques finais da safra velha e aumentando as exportações norte-americanas. 

Os estoques finais foram estimados agora em 11,84 milhões de toneladas, contra a expectativa média de 11,95 milhões, e dentro de um intervalo esperado de 11,35 e 12,68 milhões de toneladas. 

Já as vendas para exportação foram revisadas para cima e agora projetadas em 55,79 milhões de toneladas, contra o número anterior de 55,11 milhões. No entanto, o volume ainda está distante do total já comprometido pelo USDA que passa de 56,6 milhões de toneladas. O esmagamento interno foi reduzido para 52,8 milhões de toneladas. 

Além disso, o USDA ainda elevou sua estimativa para as importações de soja da China de 88 para 89 milhões de toneladas. 

A produção mundial da oleaginosa foi também revisada para cima, passando de 345,97 para 348,04 milhões de toneladas, o que elevou os estoques finais globais para 90,14 milhões, contra 87,41 milhões do mês anterior. 

O departamento trouxe a safra brasileira em 111,6 milhões e a argentina em 57 milhões de toneladas, contra 111 e 56 milhões, respectivamente, no relatório anterior. Os estoques finais do Brasil subiram para 23,2 milhões de toneladas e os da Argentina para 31,65 milhões. 

O USDA trouxe ainda os primeiros números oficiais esperados para a safra 2017/18. A produção de soja foi estimada em 115,8 milhões de toneladas, número que vem bem em linha com a expectativa média do mercado de 115,56 milhões. A produtividade foi projetada em 54,45 sacas por hectare, a área plantada em 36,22 milhões de hectares e a colhida em 35,86 milhões. 

As exportações da nova temporada deverão somar 58,51 milhões de toneladas e o esmagamento interno da oleaginosa, 53,07 milhões. O residual foi estimado em 930 mil toneladas e as importações em 680 mil. 

No quadro mundial, é esperada uma redução na produção de soja para 344,68 milhões de toneladas, contra 348,04 milhões da safra 2016/17, com os estoques finais, portanto, baixando de 90,14 milhões para 88,81 milhões de toneladas. 

Na demanda, uma expectativa de 93 milhões de toneladas importadas pelo China, 58,51 milhões exportadas pelos EUA e 63,5 milhões pelo Brasil. 

No caso do milho, poucas mudanças foram observads para a safra 2016/17. Os estoques finais americana vieram estimados em 58,3 milhões de toneladas, contra 58,93 milhões de abril e abaixo da expectativa média do mercado de 59,11 milhões. As exportações dos EUA foram mantidas em 56,52 milhões e o uso do cereal para etanol em 138,44 milhões de toneladas. 

Em contrapartida, a produção mundial subiu de 1.053,24 bilhão para 1.065,11 bilhão de toneladas, e os estoques finais de 222,98 milhões para 223,9 milhões de toneladas. 

A safra brasileira também cresceu e passou para 96 milhões de toneladas e a da Argentina para 40 milhões. No reporte de abril, os números eram de 93,5 milhões e 38,5 milhões de toneladas. 

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