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Moradora reclama de jumento morto largado em rua e falta de coleta de lixo

30 de novembro de -0001
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Ao sair de casa na manhã desta sexta-feira (16) a autônoma Marluce Alves do Nascimento Bernardes, de 43 anos, se deparou com um jumento morto na porta de sua casa, no Setor Residencial das Laranjeiras, em Senador Canedo, na Região Metropolitana da capital. A moradora afirma que há cerca de um mês não vê caminhões de lixo recolhendo o material na região.

“Hoje fiquei indignada quando o vi o jumento morto. Eu disse que ia chamar a imprensa, alguém ficou sabendo e enterrou o bicho no terreno aqui do lado, mas jogam de tudo aqui. Já vi cavalo morto, cachorro morto, ossos de vaca, tudo. Acho que pensam que não mora ninguém aqui porque tem vários lotes vazios na rua. Muitas vezes a chuva vem e espalha a sujeira na rua toda. Há mais de um mês não vem caminhão buscar o lixo.”, contou ao G1.

A Secretaria de Infraesturtura de Senador Canedo informou que a coleta de lixo será normalizada até a próxima semana. A Prefeitura explica que, por causa da chuva, os caminhões de coleta têm dificuldade para entrar no aterro e descartar o lixo recolhido.

A administração do município informou que a coleta nos bairros Jardim das Oliveiras, Residencial Araguaia, Jardim de Todos os Santos e no Centro será feita no próximo domingo (18).

O professor Gustavo Mendonça, morador da cidade, também reclama da grande quantidade de lixo acumulada nas lixeiras das ruas. “Tem vezes que fica até uma semana e meia sem coleta de lixo. Nós entramos em contato com a prefeitura, eles não dão um retorno para a gente”, contou.

Vários bairros do município estão com sacos de lixo acumulados nas lixeiras e até espalhados nas ruas. O pedreiro Odair Pereira da Silva conta que a grande quantidade de dejetos chega a atrair bichos. “É crítico. Tem dia que a gente sai na rua e as moscas estão querendo levar a gente”, brinca.

A Praça do Residencial Araguaia também está com lixo espalhado pela grama, calçada e ruas. “Como os sacos de lixo ficam aí porque o pessoal da limpeza não vem pegar, os cachorros vêm, rasgam tudo e continua do mesmo jeito”, reclama a comerciante Delina Silva Santos.

O gerente de supermercado, Osman de Carvalho, conta que no centro da cidade há terrenos em que o lixo fica acumulado por até 15 dias, atraindo até urubus, que reviram as sacolas de lixo jogadas no local.

“Quando vem, também não fazem a coleta completa. Pegam só o que está no tambor do lixo e o restante eles deixam tudo espalhado. Precisava dar uma olhada para a gente aqui”, pediu.

 

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