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Operação prende suspeitos de receptar gado furtado em Inhumas

30 de novembro de -0001
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A Polícia Civil prendeu cinco suspeitos de participar de quadrilha especializada em receptação de gado furtado durante Operação Traço, nesta sexta-feira (16), em Inhumas, no centro de Goiás. Entre os presos estão dois policiais civis suspeitos de receber vantagens indevidas e que não tiveram os nomes revelados. As investigações apontam que o grupo usava uma empresa fictícia de nome Traço Agropecuária para realizar vendas e movimentaram cerca de R$ 10 milhões nos últimos cinco anos.

O delegado responsável pela operação, Humberto Teófilo, afirmou que as investigações começaram há cerca de seis meses, quando dois suspeitos foram presos por receptação. Na época foi estabelecida fiança e eles foram soltos.

“Depois dessa prisão levantamos informações e vimos que havia essa empresa fictícia atuando em Itauçu. Eles compravam o gado furtado na região, vendiam como se fosse legal. Através da empresa também, emitiam guia de transporte animal e lavavam o dinheiro. Nos últimos quatro meses eles comercializaram mais de 350 cabeças de gado”, relatou ao G1.

A operação prendeu o suspeito de liderar a quadrilha, Paulo Augusto de Paula Carvalhais Ribeiro, o primo dele que seria gerente da empresa, Pedro Henrique de Paula Carvalhais e um dos policiais em Goiânia. O segundo policial foi detido em Inhumas e o suspeito de ser motorista da empresa, Samuel de Macedo Vieira, foi preso em Itauçu, no centro goiano.

Conforme Teófilo, os policiais ajudavam o grupo tentando atrapalhas as investigações e realizando registros falsos de roubo de equipamentos da empresa para que o grupo pudesse cobrar do seguro. “Os policiais recebiam vantagens indevidas para atrapalhar as investigações, além de ajudarem a aplicar o golpe do seguro”, explicou.

A empresa estava ainda no nome de uma laranja que, segundo o delegado, foi enganando para criar o negócio. Ele e o dono do local onde funcionava a empresa foram ouvidos e liberados. A Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão na suposta sede da empresa, onde apreendeu uma carreta bitrem e três carros de luxo.

Os presos devem responder pelos crimes de organização criminosa, receptação, lavagem de dinheiro e corrupção. Além desses crimes, os policiais civis também devem responder pelo advocacia administrativa, ou seja, quando um servidor defende interesse contrário ao da instituição.

A Polícia Civil informou que vai abrir uma sindicância para apurar a atitude dos policiais e, se for comprovada alguma irregularidade, eles podem ser punidos.

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