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8ª Feira do Conhecimento leva mais de 3 mil pessoas ao Liceu Cuiabano

30 de novembro de -0001
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A 8ª Feira do Conhecimento da Escola Estadual Liceu Cuiabano, realizada nesta sexta-feira (16.12), levou mais de 3 mil visitantes à unidade escolar para conhecer mais sobre ciências e ideias inovadoras. A feira mobilizou mais de 1,5 mil alunos e 50 professores que apresentaram 42 trabalhos e exposições.

Este ano, o tema da feira é: a “Teoria de Tudo”, inspirado na vida do astrofísico Stephen Hawking, um dos mais importantes cientistas da nossa geração.

Conforme o secretário adjunto de Gestão Educacional e Inovação da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), Túlio Turibio, o evento é digno da história do Liceu Cuiabano que conta com um largo histórico de projetos relacionados à novação. Por conta disso, a Seduc manterá o apoio ao Ensino Inovador no colégio.

Túlio ressaltou o tema escolhido, que visou inspirar a vida dos estudantes. “A trajetória de Stephen Hawking é uma grande inspiração e serve de exemplo para todos esses jovens de uma das escolas mais especiais do Estado. Inovar nada mais é do que propor o futuro e transformar, e é isso que vem sendo realizado pela Educação do Liceu”.

Para a professora Leyze Greco, articuladora de projetos e responsável pela Feira, a vida de Stephen Hawking mostrou para os alunos que é possível vencer, mesmo com dificuldades. O cientista é portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, que ainda não possui cura.

“O evento é o resultado dos projetos que desenvolvemos ao longo do ano. Em 2016, nós escolhemos fazer uma homenagem a este grande cientista, que nos traz a ideia de que, independente de qualquer limite, temos a capacidade de pensar, criar, inovar e desenvolver. Ele tem uma doença degenerativa, mas não deixou de produzir e investigar e se tornou um dos maiores astrofísicos da atualidade”.

Conforme a educadora, todos os 1,5 mil alunos do colégio, além de professores de todas as disciplinas participaram da iniciativa. “Os próprios alunos esperam por esse dia, porque é um momento em que conseguem transpor a sua criatividade, sua busca pelo conhecimento e a perspectiva do novo. É um processo de investigação e construção que leva o conhecimento para toda a comunidade, ensinamos e aprendemos juntos”.

INOVAÇÃO

Ao todo, foram realizados a exposição de 42 trabalhos e envolveram diversas áreas do conhecimento. Os alunos exploraram projetos na área de energia, alimentação, tecnologia, todas com um viés voltado para a inovação e sustentabilidade.

Os alunos do 1º, por exemplo, criaram um projeto para a utilização de outras formas de energia sustentáveis. Conforme Luan Fabrício, de 15 anos, uma ampla pesquisa foi realizada durante o ano e a classe buscou identificar quais seriam as alternativas para Mato Grosso.

“Nós pensamos que a energia eólica pode sim ser um grande diferencial para o Estado, elas poderiam ser instaladas na região de Chapada dos Guimarães para receber o grande fluxo de ventos que tem na região. É claro, que precisa de um estudo de impacto ambiental mais detalhado, mas ela poderia ajudar a baratear o custo da nossa energia e diminuir a poluição da atmosfera com uso de combustíveis fosseis”, afirmou.

A estudante Natália Bruna, de 16 anos, decidiu estudar formas de cultivo e criou um projeto de horta hidropônica vertical. Com projeto, a estudante acredita que mesmo pessoas que morem em apartamentos ou locais pequenos possam cultivar alguns alimentos de maneira mais saudável. “Não utilizaríamos agrotóxicos e teríamos sempre alimentos frescos e saudáveis”.

Já para Suelly Metello e Thaís Carneiro, ambas com 15 anos, a tecnologia também é uma alternativa para a segurança alimentar e o controle da obesidade. Elas pesquisaram sobre o uso do agrotóxico e o excesso de industrialização nos alimentos.

Como experiências práticas, as jovens decidiram plantar uma série de produtos em casa e estudar as diferenças entre os seus alimentos e os encontrados nas prateleiras dos mercados. “A diferença é gritante, tanto no tamanho e no sabor tanto na qualidade de vida. Estudar isso mudou a vida lá de casa e até a minha mãe decidiu aderir a uma vida mais saudável”, contou Suelly.

Já o quarteto Feliphe Almeida, de 16 anos, André Marlon, de 17 anos, Fabiano Ribeiro, de 16 anos e Péricles Bonfim, de 16 anos, fãs declarados das séries Mr. Robott e Black Mirror, decidiram criar um projeto sobre segurança digital e engenharia social. Em uma simulação controlada, eles hackearam um computador ao vivo durante a feira.

Ainda dentro do projeto, os meninos criaram um antivírus básico para poder e mostraram dicas e maneiras para evitar problemas com invasão dos celulares. “A nossa vida muitas vezes está nos nossos computadores e celulares, mas não damos a devida atenção”, afirmou Feliphe.

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