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Defesa da vida e reformas previdenciária e política são prioridades do PHS neste ano

30 de novembro de -0001
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O PHS tem como bandeira para 2017 a defesa da vida, desde a concepção. O partido está no centro de uma comissão que discutirá o aborto a partir de uma proposta (PEC 58/11) do deputado Dr. Jorge Silva (PHS-ES). “A PEC, que estava aguardando a sua tramitação desde 2011, trata de licença à maternidade, mas vai aflorar toda essa discussão que, no fim do ano passado, foi levantada pelo Supremo Tribunal Federal”, avisou o novo líder da legenda na Câmara, deputado Diego Garcia (PR).

Outros assuntos, como as reformas trabalhista, da Previdência e política também estão entre as preocupações do PHS. Em relação à reforma política, ele afirmou que as mudanças devem ocorrer no sentido de garantir mais igualdade nas eleições.

Aos 32 anos, Diego Garcia está em seu primeiro mandato como parlamentar. Católico, foca sua atuação política na proteção da vida e da família. Foi relator do Estatuto da Família (PL 6583/13) na comissão especial que discutiu o assunto em 2015. A proposta foi aprovada no colegiado, mas agora aguarda análise de recurso para que seja analisada também pelo Plenário.

Leia abaixo entrevista concedida pelo líder:

Quais as prioridades do partido em 2017?
No fim do ano passado, foi criada uma comissão especial para tratar de um projeto que traz toda a discussão sobre o direito à vida, desde a concepção. A PEC, que estava aguardando a sua tramitação desde 2011, trata de licença à maternidade, mas vai aflorar toda essa discussão que no fim do ano passado foi levantada pelo Supremo Tribunal Federal. A discussão precisa ser feita pelo Parlamento.

Além disso, a reforma trabalhista, a reforma da Previdência e a reforma política são matérias às quais nós estamos atentos. Queremos estar presentes em todas as comissões que discutirem essas proposições.

Como o partido se posiciona em relação à reforma da Previdência?
A pauta do governo vem em um momento turbulento da política em nível nacional. É um momento de denúncias, delações, questionamentos contra a classe política. É um momento difícil em que o índice de desemprego é muito alto, famílias estão passando por dificuldades, estados estão tendo dificuldades com o pagamento dos salários dos servidores. Ao mesmo tempo, o Congresso Nacional tem que responder a isso.

O presidente Michel Temer vem encaminhando para cá propostas que há muito fala-se em serem discutidas, mas nunca foi feito um trabalho para que saíssem do papel. As propostas precisam ser amplamente discutidas. O Congresso vai trabalhar para fazer o melhor para o País neste momento.

No que diz respeito à reforma política, o senhor acredita que haverá avanços em 2017?
Nós queremos que, de fato, possamos propor um projeto que proporcione a pessoas que venham do meio da sociedade e que nunca tenham disputado possam disputar as eleições de forma igualitária.

Em 2014, vimos desigualdades tremendas nas eleições. Ainda era permitido financiamento privado. A maior parte das campanhas para deputado federal é milionária. No Paraná, a minha foi a mais barata, eu contei com voluntariado. Mas isso vem na contramão daquilo que é a realidade. Para 2018, com o fim do financiamento privado, como financiar essas campanhas milionárias? São discussões que a sociedade tem que acompanhar.

A gente não pode deixar que se perpetuem no poder, que não haja renovação dos quadros políticos; mas nós temos que propor uma lei para que aqueles que estão representando bem os seus eleitores tenham a resposta na urna. Em relação àqueles que simplesmente usam o cargo, a sociedade também pode dar a resposta nas próximas eleições.

Confira entrevistas com outros líderes

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