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Acusado de matar mulher na frente dos filhos vai a júri em Campo Grande

30 de novembro de -0001
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O homem acusado de matar a facadas a ex-companheira Juliana da Silva Fernandes na frente dos filhos em abril de 2016, no bairro Aero Rancho, vai a júri popular nesta sexta-feira (10), em Campo Grande. O julgamento é realizado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri.

A vítima de feminicídio estava com os filhos no barraco onde morava quando foi surpreendida pelo ex-marido. O crime foi no dia 22 de abril. Segundo a denúncia, na madrugada o acusado invadiu a casa onde a vítima estava e deu vários golpes de faca por não aceitar o fim do relacionamento com a vítima. A mulher foi esfaqueada na frente dos três filhos que teve com o acusado.

Na época do crime, o casal estava separado havia 8 meses, segundo a família da vítima. Para a acusação, o crime foi cometido por motivo torpe e praticado com recurso que dificultou a defesa da vítima, por ele estava com a faca escondida e golpeou a mulher de surpresa.

Ainda consta na denúncia que o crime foi baseado na violência doméstica e familiar contra a mulher. Na época, o caso foi registado como feminicídio pela Delegacia da Mulher.

Caso
Juliana morreu aos 25 anos na noite de sexta-feira, 23 de abril, na Santa Casa de Campo Grande após ter sido esfaqueada na frente da família. O caso foi registrado como feminicídio.

A dona de casa Ana Paula da Silva Fernandes conta que a irmã, Juliana da Silva Fernandes, foi esfaqueada na madrugada de sexta-feira. Ela estava em frente ao barraco onde morava falando ao celular quando o suspeito chegou já a esfaqueando.

Conforme Ana Paula, a irmã correu para o barraco e novamente foi esfaqueada, dessa vez na frente dela e do cunhado. Ela caiu no chão, ao lado da cama onde dormia os filhos de 3,4 e 8 anos.

O suspeito fugiu, os filhos acordaram e viram a mãe ensanguentada. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Santa Casa e morreu à noite. Ela foi ferida por três golpes: no braço, no abdômen e no tórax.

De acordo com Ana Paula, a irmã estava separada do suspeito há oito meses, morava com ela há dois e a pouco tempo trabalha no setor de limpeza de um hipermercado.

Ameaças
Ainda conforme Ana Paula, Juliana era ameaçada de morte pelo suspeito, mas não acreditava. Ela disse ainda que mesmo depois do esfaqueamento, o homem continua fazendo ameaças por telefone.

O suspeito é pai das três crianças. A tia, que está grávida do terceiro filho, afirma que vai cuidar dos sobrinhos.

O suspeito tem passagem por vias de fato em 2011 e por lesão corporal dolosa em 29 de janeiro de 2015 e, conforme a delegada, a vítima não pediu medidas protetivas porque não queria o pai dos filhos preso.

A autoridade policial informou ainda que a família pode pedir medidas protetivas por conta das ameaças.

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