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Subcomissão quer propor regulamento para lutas de MMA feminino

30 de novembro de -0001
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A Comissão do Esporte da Câmara discutiu nesta quinta-feira (4) os desafios das mulheres na prática das artes marciais no Brasil. O destaque no debate foi o MMA (sigla em inglês para Artes Marciais Mistas), uma das modalidades de luta que mais cresce no interesse do público.

O evento, promovido pela Subcomissão Especial de Artes Marciais Mistas, foi proposto pelos deputados Fábio Mitidieri (PSD-SE), João Derly (Rede-RS) e Flávia Morais (PDT-GO).

Mitidieri afirmou que a subcomissão especial quer conhecer a realidade do MMA feminino no Brasil, especialmente as condições de segurança dos eventos e de funcionamento das escolinhas para jovens nas periferias. “Queremos criar um regulamento para os eventos e garantir o conforto e a segurança das atletas e do público”, disse o deputado.

Mais incentivo
Durante a audiência, os debatedores afirmaram que a presença de mulheres nas lutas esportivas ainda sofre resistências, mas desperta curiosidade e interesse. “Os números da TV demonstram que a participação das mulheres foi bem aceita. Se há interesse do público, evidentemente haverá interesse de patrocinadores”, ressaltou Mitidieri.

A lutadora Jennifer Maia, que se tornou campeã invicta do UFC, maior evento mundial da modalidade, contou que não foi fácil alcançar o auge na carreira. “As mulheres vêm se destacando cada vez mais no Brasil, mais ainda faltam incentivos e patrocínios”, disse a atleta, defendendo mais investimentos no esporte feminino.

Apoio do público
Wallid Farid Ismail, presidente do Jungle Fight Championship – que organiza lutas no Brasil –, ressaltou o MMA já conquistou o público no País. Outro convidado para o debate, Rafael Thomaz Favetti, presidente da Comissão Atlética Brasileira de MMA, disse acreditar que o interesse pelas lutas deverá crescer, na medida em que os preconceitos sejam superados.

“É hora de nos unirmos para que cada vez mais mulheres não tenham medo de abraçar este esporte, que aparentemente seria de homens mas definitivamente não é. A prova disso é a quantidade de fãs que as mulheres têm”, disse Favetti. “O MMA valoriza as mulheres e, diferentemente de outros esportes, elas têm aceitação muito grande”, afirmou o deputado Herculano Passos (PSD-SP).

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