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Bate-papo online discute perspectivas brasileiras para Paralimpíada de Tóquio

30 de novembro de -0001
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A contribuição do Bolsa Atleta para a formação de competidores de alto rendimento e as expectativas para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020, foram os principais temas de um bate-papo online, nesta sexta-feira (15) entre o coordenador-geral do programa, Mosiah Rodrigues, o nadador Phelipe Rodrigues e os atletas Verônica Hipólito e Yohansson Nascimento.

No bate-papo, Phelipe ressaltou o quanto é importante o apoio que os atletas recebem. Phelipe, que começou a nadar aos 12 anos por recomendação médica, conquistou sete medalhas (quatro de prata e duas de bronze) em três edições de  Jogos Paralímpicos (Pequim, em 2008, Londres, em 2012, e Rio de Janeiro, em 2016). “Tenho certeza de que, sem o apoio que a gente tem hoje, não teríamos os resultados que tivemos”, disse o nadador, de 27 anos.

Na conversa, Verônica Hipólito lembrou que levar vida de atleta custa caro, por causa do treinamento pesado e da dieta especial para os que almejam chegar à categoria de alto rendimento. “Isso não é barato”, afirmou a atleta, que tem 21 anos, e saiu da última Paralimpíada, no Rio, com duas medalhas, uma de prata e uma de bronze.

Bolsa Atleta

Em 2005, o governo brasileiro criou o maior programa de patrocínio individual de atletas no mundo, o Bolsa Atleta. Com bolsas que variam de R$ 370 a R$ 15 mil, o programa permite que os atletas se dediquem ao treinamento para competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas.

Para Verônica, o Bolsa Pódio, nova categoria do programa Bolsa Atleta, oferece aos atletas oportunidade de aumentar o rendimento paralímpico. “Existem muitos países em que ainda se diz que ‘é um deficiente praticando um esporte’, mas não é. É um atleta de alto rendimento”, enfatizou.

O coordenador do programa Bolsa Atleta, Mosiah Rodrigues   Tomaz  Silva/Arquivo/Agência  Brasil

Para o coordenador do programa, Mosiah Rodrigues, o suporte financeiro é um dos pilares para a construção de um atleta que vai em busca da medalha de ouro, e o Bolsa Atleta é uma forma de contribuição, porque ajuda em vários fatores, como as equipes multidisciplinares, estrutura, treinadores, centro de treinamentos e equipamentos. 

“A gente consegue treinar na mesma condição que o nosso adversário”, destacou Mosiah, que foi o único representante brasileiro na ginástica artística masculina na Olimpíada de Atenas, em 2004.

Depois das medalhas de prata e bronze na Rio 2016, Verônica está confiante e se prepara para a conquista do ouro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020. “Agora eu quero o ouro e eu vou atrás do ouro”, afirmou.

Com sede em São Paulo, o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro atende a atletas de diversas modalidades: atletismo; basquetebol em cadeira de rodas; bocha; natação; esgrima em cadeira de rodas; futebol de cinco; futebol de sete; goalball; halterofilismo; judô; rúgbi em cadeira de rodas; tênis em cadeira de rodas; tênis de mesa e voleibol sentado.

*Estagiária sob supervisão de Nádia Franco

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